JuveBêdê

Junho de 1997

A segunda edição do JuveBêdê assinalou o 60.º aniversário de Hugo Pratt, autor de Corto Maltese e deu destaque à exposição que esteve patente na Fundação Calouste Gulbenkian, provavelmente a melhor exposição de banda desenhada portuguesa de que há memória, sobre o período entre 1914 e 1945. Falou-se também da publicação de “A Arte Suprema”, de António Jorge Gonçalves e Rui Zink, referida como a primeira novela gráfica portuguesa. A entrevista desta edição foi de luxo, com Ted Benoit, criador de Ray Banana e responsável pelo regresso da série Blake e Mortimer, no que toca ao grafismo. O JuveBêDê passou ainda a colaborar, de forma regular, com o Jornal Fórum Estudante, com uma coluna, tendo passado tempos depois a meia página e a periodicidade semanal.

 

Vê Aqui: JuveBêDê Nº2

Abril de 1997

A banda desenhada fervilhava na segunda metade dos anos 90. Em 1996 tinha aberto em Lisboa um espaço ímpar, hoje entretanto já encerrado, a Bedeteca; no mesmo ano celebrou-se o controverso centenário do Yellow Kid, personagem que os americanos dizem tratar-se da primeira BD moderna; ainda em 1996 pudemos assistir ao lançamento de mais um livro da série de Astérix e ao regresso das aventuras de Blake e Mortimer. 1997 começou com a morte de André Franquin, autor de Gaston e Spirou e com o álbum “A Marca Amarela” a ganhar o prémio Alph Art em Angoulême. E Abril viu surgir em Portugal esta nossa publicação, JuveBêdê, nascida no seio da Associação Juvemedia (aliás inicialmente era um encarte com quatro páginas do boletim da associação) e da carolice do Miguel Coelho, a que mais tarde se juntaram o Carlos Cunha e a Alexandra Sousa. Na sua primeira edição, o JuveBêdê deu destaque aos temas acima referidos e à entrevista realizada com Michel Faure, desenhador profissional.

 

 

Vê Aqui: JuveBêDê Nº1